Conexão em Amsterdam

Fala meu povo, tudo certo??? Depois de alguns bugs e de ter que reescrever o post, cá estou eu prontíssimo para compartilhar com vocês essa viagem maravilhosa!

Vou começar pela terra do pecado: Amsterdam. Famosa por seus campos de tulipas, seus canais maravilhosos, zona da luz vermelha e tolerância em relação ao uso de algumas drogas, Amsterdam é muito mais do que apenas isso…

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O aeroporto de Amsterdam, Schiphol, é um hub para diversos outros voos com destino final na Europa ou até para ou continente. Por conta disso, é possível que você encontre conexões de 6, 8, 10 horas… o que pode ser ótimo, se você souber aproveitar. Quando comecei a montar a viagem, vi que os voos com maior tempo de conexão eram os mais baratos, e que isso poderia ser um fator positivo para nós. Pedi para Nathy, minha agente de turismo, para nos acomodar no voo com o maior tempo de conexão, e que eu estaria procurando um hotel para aproveitar ao máximo o que essa terra tem para nos oferecer. Entre os vários motivos para ficarmos em um hotel, a comodidade e o conforto de ter onde tomar um banho, poder descansar e dormir deitado (eu DETESTO dormir em avião) antes de embarcar, faziam total a diferença, pois tínhamos e iríamos enfrentar um voo de 11 horas para o Brasil!! #FazParte

Na ida chegamos em Amsterdã 12:15 e partimos no outro dia as 10:30 da manhã para Dublin. Já na volta nosso voo chegaria as 08:15 da manhã e partiríamos na outra manhã às 10:15 com destino: São Paulo.

Se você não tiver uma conexão tão longa como a nossa, fique ligado no tempo e horários dos voos para não ter problemas…

Para que vocês tenham uma base, calculei nosso tempo…

  1. procedimento alfandegário (15 minutos);
  2. deslocamento do aeroporto até a Amsterdã Centraal, de trem (15 minutos)
  3. deslocamento de onde você estiver em Amsterdã até a estação de trens (20 minutos);
  4. tempo de retorno da estação de trens até o aeroporto (15 minutos);
  5. percurso interno no aeroporto até o raio-x (10 minutos);
  6. filas de raio-x (20 minutos);
  7. caminhada do raio-x até o portão de embarque (20 minutos).

Tudo somado deu 1h55. Por segurança, adicionei mais uma hora e a brincadeira foi para 3 horas. Foi tempo suficiente para fazer tudo sem estresse e ainda tomar um belo café no aeroporto. Vale lembrar que nossas conexões eram super cedo, e isso pode ser levado em consideração para tamanha rapidez no processo de embarque e desembarque. Então fique ligado pois se você tiver uma conexão de 6 horas, o seu tempo livre circulando pela cidade pode ser reduzido a apenas 3 horas. Mas acredite, é possível fazer bastante coisa nesse meio tempo!

OS HOTEIS

Para escolher onde ficar eu li vários blogs e em um deles, o Conexão Amsterdam. Tinha uma matéria bem legal sobre esse hotel da Easyjet e sobre o bairro que ele se localiza. Gostei do que estava lendo e resolvi seguir o conselho. Não só esse, diga-se de passagem. Rs. E não me arrependi. De nenhum dos conselhos seguidos.

Primeiro ficamos no Easyhotel, hotel do grupo Easyjet e que não foge ao conceito de básico, baixo custo mas ao mesmo tempo eficiente e com qualidade. Todos alcançados com maestria! Começando pelo check in, que pude fazer dois dias antes do dia da chegada, agilizando o processo e otimizando o tempo na cidade.

O quarto é bem básico, clean, com camas e travesseiros confortáveis, o que nos deixou quase chorando de felicidade. Ainda mais quando estávamos deitados e a chuva batendo na janela. E que janela…❤

O banheiro realmente é um ponto que requer atenção quando for reservar um quarto duplo pois é de vidro, não é transparente mesmo quando molhado, mas ainda sim é vidro e acaba limitando um pouco sua privacidade. Mas se vocês tem intimidade, está sozinho ou é apenas por uma noite, é uma ótima pedida.

Valor da diária em quarto duplo: € 79,00

Na segunda conexão ficamos no Aalborg Hotel. Um hotel simples, porém com bom padrão de higiene. O staff era sensacional, atenciosos, solicitos e sempre dispostos a te dar uma boa dica de onde ir ou de onde comer. Nosso quarto, segundo quem nos atendeu, era um dos maiores do hotel. Era muito lindinho, aconchegante e bem arejado. Sem contar no colchão… quis trazer ele comigo pra dormir no avião. hahahah. Esse hotel tem a fama de ter um excelente café da manhã, servido de frente para uma varanda toda florida, mas como nosso voo era muito cedo, não deu tempo de conferir e dizer se é real ou não. #Ficaprapróxima. O hotel fica de frente ao parque Sarphatipark, um parque lindo e super agradável de perder algumas boas horas passeando, quando o tempo ajudar, é claro! Rs

Valor da diária em quarto duplo: € 112,00 – clique na foto para ampliar.

Tá Douglas, e qual a localização dessas maravilhas???

Acharam que eu tinha esquecido de falar disso né? Nããããão… Rs

Ambos hotéis eram localizados no bairro De Pijp. Um bairro legal e alegre, numa região praticamente residencial, sem muitos turistas mas com inúmeros de bares, cafeteiras, restaurantes, e até alguns coffeeshops. Então pra você que busca um misto entre preço e proximidade com bares e baladas, tá no lugar certo!

Na noite em que ficamos no Aalborg Hotel, pedimos uma dica de onde jantar para o recepcionista, que com toda sua simpatia (sério, o povo desse hotel é muito gentil e solicito!) não só nos explicou onde era como indicou no mapa (duas quadras do hotel). Seguimos para lá e não nos arrependemos. Na rua que leva o nome do parque, Sarphatipark, tem uma espécie de “praça gastronômica”. Um lugar que reúne diversos tipos de culinária e alguns bares para um happy hour esperto. Uma delícia a menos de 5 minutos do hotel! Vale SUPER a pena.

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Jantamos no Café Schilders. Como é verão, anoitece super tarde e é um tempo que pede um happy hour as 09:00 da noite… hahaha

É também nesse bairro que fica o maior mercado a céu aberto da Europa – o Albert Cuypstraat. Uma boa dica para quem gosta de mercados de rua! É um mix de cores, sabores, aromas e gente. Um barato!!!! E também a famosa fábrica de cervejas, hoje museu, da Heineken. (8 a 10 minutos caminhando. De ambos os hotéis). Ou seja, caminhar sem compromisso pelo pelo De Pijp, é a certeza de ver belos prédios e fachadas, e descobrir uma nova Amsterdam a cada esquina!

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Mas embora tenha amado ficar no De Pijp, uma bairro que chamou muito minha atenção e certamente quando voltar a Amsterdam vai ser o bairro que vou me hospedar é o Jordaan. Um bairro que chega a ser romântico de tão lindo! Onde galerias de arte se misturam com cafés e sebos com lojas de roupa… É, me apaixonei!❤ Rs

INTERNET

Chegamos e fomos direto comprar um chip para o celular (SIM Card). Fomos em busca da Airport telecom shop, que eu tinha lido no Ducs Amsterdam mas não achamos e então perguntamos no balcão de informações. A moça nos indicou a Lebara, empresa que oferece internet pré paga móvel. Custou EUR 10,00 o SIM card, já com um valor para fazer ligações internas e para o Brasil, SMS ilimitadas e 1 GB de internet. Não testamos as ligações, até porque em tempos de whatsapp e FaceTime quem é que usa ligações, não é minha gente? Caso você ache pouco 1G e queira adicionar mais internet, já que eles não possuem a internet ilimitada, é EUR 10,00 cada GB adicional. A internet é boa, não nos deixou na mão e dava pra consultar quanto ainda restava de internet pelo numero *100#, se não me engano. Quem nos atendeu disse que essa operadora também funcionaria na Irlanda… AHAM!!!! #ContoDoVigário 😒

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Acabou que no dia em que fomos guardar as malas no Locker achamos a tal Airport Telecon… –"

TRANSPORTE AEROPORTO/ CENTRAAL

Internet rolando, fomos comprar nossos tickets de trem. Esse é o transporte mais prático, rápido, eficiente e cômodo para você que quer ir do aeroporto até o centro sem estresse. Para quem não fala inglês então… Mamão com açúcar. É só prestar atenção na sinalização, que não terá problemas.

Tentei comprar nas máquinas amarelas que tem por todo aeroporto, mas ela não aceitou nenhum dos meus cartões (essa máquina só funciona com cartões de crédito e débito) e então tive que ir no guichê mesmo.

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Existem dezenas dessas máquinas espalhadas pelo saguão.

O ticket custa 5 euros e já aproveitei pra comprar ida e volta. Feito isso é só procurar no painel eletrônico os trens de partida (departures), com destino Centraal (é com “a” duplo mesmo), conferir o horário e a plataforma (geralmente 1 ou 2) do próximo trem, pegar a esteira rolante que dá acesso a plataforma, esperar o trem e embarcar no vagão de número 2 (suponho que você também tenha comprado 2ª classe!) então é só se acomodar e curtir o visual.

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Lembre de conferir no bilhete se você comprou 1º ou 2ª classe para embarcar no vagão certo.

Para voltar ao aeroporto o esquema é o mesmo: entre na estação, encontre um telão de partidas (departures) e procure por trens que tenham como destino Schiphol Airport (Luchthaven Schiphol) – são vários que param lá. Se já tiver o ticket de retorno em mãos, confirme o horário, a plataforma e corra pra lá.

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São inúmeras as partidas, tanto pra ir quanto pra voltar, então você não deve esperar mais que 10 minutos até o trem chegar. Nos pegamos o trem das 9h52 da manhã e chegamos no aeroporto as 10h07. Não é demais?

LARGANDO AS TRALHAS

Já que você vai passar só algumas horas em Amsterdam, que seja de mãos vazias e sem nenhuma tralha para pentelhar não é mesmo?

Na ida nossas malas foram despachadas até o destino final, Dublin. Na volta era para terem sido despachadas até o Brasil, mas por alguma razão, quem nos atendeu em Dublin disse que isso não seria possível e que teríamos que retira-las em Amsterdam e despachar novamente até o Brasil no dia seguinte.😓

Como não queríamos ficar carregando aquele trambolho, resolvemos deixar no armário do aeroporto. É simples, rápido, sem estresse e você está livre de qualquer pentelhação por conta de mala.

Mais uma vez é só seguir a sinalização. Procure nas placas por: Lugagge Locker, que tudo vai dar certo. É possível encontrar outros Lugagges Lockers no aeroporto, inclusive na sala de embarque, aceitando cash e cartão, mas não utilizamos. Fomos ao “Basement Baggage Square” no piso -1 entre halls de chegadas 1 e 2 e nos deparamos com diversos armários de metal, de vários tamanhos. Escolhemos um armário e testamos pra ver se cabiam as duas malas no mesmo compartimento. Depois disso é só seguir o passo-a-passo na tela e em questão de 5 minutos estávamos com armário pago, travado e livres das nossas malas!

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Localize-se pela letra e pelo numero. No nosso caso, a mala estava no L 261 – 04.

Pagamos EUR 10,00 por 24 horas de locker. Um minuto após completar 24 horas, será cobrado outra diária. O pagamento é feito apenas em cartão de crédito com senha.

Para retirar a mala é ainda mais simples, é só escanear o recibo gerado no dia do pagamento e o armário abre automático!

Ufaaaaaa. Falei que era muita coisa!!!!! 😂 Mas agora vamos ao mais importante:

O QUE FAZER EM AMSTERDAM EM TÃO POUCO TEMPO?

Confesso que 12 horas em Amsterdam não é pouco tempo e dá pra fazer bastante coisa. Ainda mais se você tiver sorte de pegar um dia sem chuva. hahahaha

Sai do Brasil com uma lista de dicas do que fazer e do que não fazer em Amsterdam em um dia de conexão, com base em tudo o que eu já tinha lido em outros blogs e também dicas sobre o tempo de Amsterdam… Li inúmeras vezes coisas do tipo: “leve uma capa de chuva. Sempre chove em Amsterdam. Amsterdam é uma cidade molhada”, então já fomos preparados para chuva. Maaaaaas, como alguns de vocês acompanharam pelo snapchat, nossa primeira conexão foi um pouco desastrosa por conta da chuva. Choveu D E M A I S!!!!! Mas faz parte. – Ah, era verão tá?! ☔️

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Mesmo com tanta chuva e com o céu completamente cinza, Amsterdam é um espetáculo de cores!

Chegamos em Amsterdam com tempo só nublado. Mas assim que pisamos em na Centraal, começou a chover forte e então sabíamos o que estava nos esperando… Um dia INTEIRO de chuva!!! Fomos para o hotel de Uber, e como onde estávamos não passava carro, fomos caminhando até a fachada do prédio em frente a Centraal. Em 2 quarteirões que andamos, quase fomos atropelados por bicicletas umas 4 vezes! É Sério!!! Tomem muuuuito cuidado ao atravessar a rua e sempre fiquem de olho dos dois lados pois do nada pode aparecer uma bicicleta na sua frente e as pessoas ficam bem irritadas se você está no caminho delas! #ExperiênciaPrópria 😂🚨🚲

Enfim… fomos ao hotel com nossas malas de mão, nos vestimos de acordo com aquele tempo ligeiramente molhado e fomos pra rua, em direção ao Rijksmuseum e Vondelpark, que fica a 15 minutos caminhando do EasyHotel.

Resolvemos ir caminhando pois a chuva não era tão forte (comparada a prévia que tivemos na Centraal) e queríamos aproveitar para ver um pouco de como era a cidade. Achando uma pena ter que ser assim, mas fazer o que?? É aquilo que eu digo: viajar não é glamour, é apenas passar perrengue em um lugar diferente!

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Passamos por canais belíssimos com flores de cores vibrantes e verdes que pareciam ter sido pintados a mão. Casas que pareciam ter saído do conjunto de blocos de madeira que eu tinha quando criança!!! Cada janela, porta, escadaria apaixonante… Apesar da chuva, estávamos amando a cidade!

Um dos pontos positivos daquele toró era não ter quase ninguém no icônico letreiro IAMSTERDAM. Hahahah. Lá compramos uma capa de chuva mais resistente para a Cris e seguimos caminhando pelos arredores até que a chuva apertou e resolvemos voltar para o hotel.

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Tomamos um banho quente, estendemos nossas roupas molhadas, esperamos a chuva dar uma estiada e então fomos pra rua novamente. Dessa vez o tempo parecia que a chuva não ia mais ser um problema e então decidimos ir em direção ao centro para comprar cacarecos, conhecer aquelas lojas de suvinirs bizarras, Red Light, esse outro lado da cidade.

Ficamos pelos arredores da Dam Square, da rua Nieuwendijk e suas quebradas. Rs Compramos váááárias lembranças inúteis e descobrimos que tudo o que você imaginar pode ser fabricado de maconha! De camisinha a energético. De algodão doce a pirulito. Uma loucura! – Pra ampliar a foto é só clilcar nela!😉

Compramos um pirulito cada um e saímos para aproveitar a cidade sem chuva! O sabor do pirulito não é dos melhores, mas logo você acostuma. Ahhh, e não deu barato algum.

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Mesmo quando parecia não ser mais um problema, ela voltou! Mas foi por pouco tempo… \o/

Passamos por uma padaria com a seguinte vitrine: – Pra ampliar é só clicar na foto🙂

É claro que paramos! Descobrimos um cookie de nutella, não só a nutella como conhecemos, mas também a branca, a meio amargo e um misto, de nutella normal e branca. Para piorar, os cookies foram aquecidos e vieram como se tivessem sido feito naquela hora, especialmente para nós! Um verdadeiro pecado!!!!

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Enquanto comíamos sentados de frente para a praça Dam, conferi a lista e descobri que a Condomerie, era por aquela região. Essa é uma loja de camisinhas e lubrificantes, que oferece os mais diferentes tipos, sabores, aromas, embaladas como pirulito e formas de camisinhas. Sim, você leu FORMAS. Tem camisinha no formato da Estatua da Liberdade, elefante, Torre Eiffel, pintadas a mão e por ai vai… É uma loja divertida e super diferente. Vale uma visita, mas saiba que não pode fotografar seu interior, ok? Fica na Warmoesstraat, 141.

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A noite começava a cair e já que agora eu estava prevenido, com os bolsos cheios de camisinhas, nada melhor que conhecer o Red Light né? hahahah Calma gente, só fomos conhecer mesmo! Rs

Para quem não sabe a prostituição é permitida na Holanda. As profissionais do sexo são registradas, pagam seus impostos para o governo e se organizam. Andamos por todas as ruas e pudemos ver garotas para todos os gostos e bolsos. Tem mulher loira, ruiva, magrinha, gordinha, alta, baixa… Elas tentam te seduzir de toda forma e até dancinha privada recebemos. É muito louco! – Vou preparar um post especial só sobre a Red Light e o Bulldog ok?

Por falar em Bulldog, caminhando pelas redondezas da Red Light encontramos um Bulldog, um coffeeshop (lugar onde o consumo e venda da maconha e haxixe é permitido), e resolvemos experimentar o tão famoso Space Cake, um bolinho tipo muffin feito com maconha.

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Custou EUR 7,00 e parecia que estávamos comendo apenas um muffim de chocolate, em momento algum sentindo gosto diferente ou algo que lembrasse aquele pirulito da tarde. Por isso não se emocione e coma vários de uma vez só!!!! Não é porque não tem gosto que não vai dar barato! Rs. A primeira sensação é de leveza e umas risadas frouxas logo apareceram. Rs. Saímos dali a procura de um bar para tomar uma cerveja (acredite se quiser, mas coffeeshops não vendem bebidas alcoólicas!), e fomos caminhando para o Rembrandtplein, uma praça divertidíssima, cheia de bares e restaurantes.

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Nos perdemos várias vezes pelo caminho (culpa do bolinho), mas isso só fez com que nos apaixonássemos ainda mais pela arquitetura da cidade!!! – Para ampliar é só clicar na foto!😉

Ficamos na praça por um tempo, tomamos algumas cervejas para brindar o início da nossa viagem e voltamos para o hotel, pois no outro dia pela manhã era hora de partir para Dublin!!!😀

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Já no hotel tivemos um ataque de riso, comemos algumas besteiras que tínhamos no quarto e apagamos!!!!!

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Na manhã seguinte fomos para a Centraal de uber (EUR 10,00), e lá pegamos o trem até o aeroporto. Antes de embarcar fomos no letreiro do lado de fora do aeroporto e pra nossa tristeza o céu esfregava na nossa cara que naquele dia não ia chover!!!!

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Depois de ter tomado tanta chuva, me despedia de Amsterdam com esse céu… Ironia do destino né?

Uma semana depois estávamos de volta no mesmo BatAeroporto só porque dessa vez com outro clima: o sol reinava!!!!!! Agora sim parecia um dia de verão!!! Passamos por todo aquele processo até chegar na Centraal, mas assim que chegamos, agradecemos, passamos um cebo nas canelas e então corremos para desbravar!!!!

Saímos caminhando com um destino certo: tomar nosso último café da manhã com todo sabor da melhor torta de maça de Amsterdam. No meu caso, a melhor torta de maça que comi na vida! A torta tem uma massa crocante daquelas que desmancham na boca e o recheio é com pedaços de maçã, tudo isso acompanhado daquele chantilly que te dá vontade de pedir mais sabe? Um estrago!!!! Mas se não gosta de maçã não tem problema. No Winkel 43 você vai encontrar outras boas opções. Cris pediu um iogurte orgânico com cereais, maçã e mel que estava magnifico. Mas caso não queira comer, don’t worry, o passeio pelo bairro já vai fazer valer a pena! – Clique na foto para ampliar!🙂

É nesse bairro que fica a casa em que Anne Frank se escondia com a família e que acabou virando um dos museus mais populares da cidade. Esse era nosso próximo destino. O bairro Do Jordaan por si só é muito bonito e posso garantir que se perder por suas ruas estreitas e seus canais pode ser um tanto quanto divertido! Um lugar onde galerias de arte se misturam com lojas de roupas, bares, cafés antigos e restaurantes charmosos. A música parece ter tido um papel bem importante no desenvolvimento do bairro, então é comum você esbarrar com alguma galeria de arte com fotos de ídolos da música. Eu pirei a cada esquina! Queria ficar ali descobrindo aquelas ruelas para sempre! Também é no Jordaan que fica as 9 Straatjes (9 Ruazinhas na tradução literal significa) que como o nome sugere, são 9 ruas estreitas bem no coração de Amsterdam lotada de boutiques locais, lojas, lanchonetes e cafeterias. Uma região com cara de “feito para locais”.

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Percebemos que estávamos chegando na casa de Anne Frank quando a movimentação começou a ficar maior e quando avistamos uma fila de dobrar quarteirão, tivemos certeza que chegamos! Assim que fechamos a viagem tentei comprar ingressos, mas já estavam esgotados até agosto!😦

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Passamos em frente, tiramos algumas fotos e seguimos para o Begijnhof, um lugar super inusitado e para mim foi uma das visitas mais interessantes da cidade.

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Essa porta aberta é que dá acesso ao Begijnhof, passando despercebida por muitos.

Trata-se de um conjunto de casas fundadas na idade média para servir de moradia para as beguinas, uma espécie de irmandade feminina católica laica, formada por viúvas e solteiras, que se dedicavam as boas obras de caridade sem os votos monásticos.

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Não se sabe ao certo o ano que o Begijnhof foi fundado. Ao que tudo indica foi fundado em 1346, pois tem um documento desse ano que menciona esse local, ou melhor, menciona a existência de uma casa por lá. Oficialmente, somente em 1389 que esse local foi mencionado em um documento oficial da cidade.

Uma vez lá dentro, você poderá ver algumas das casas mais antigas da cidade, algumas do começo do século XVI, uma igreja do século XV, e uma capela que foi utilizada durante a perseguição aos católicos, que não podia ter nada em sua fachada que indicasse ser uma igreja.

Algumas curiosidades sobre o Begijnhof:

  • Esse “Jardim Secreto” abriga uma das últimas casas de madeira de Amsterdã, sendo que a maioria foi destruída por incêndios e a ação do tempo. A construção de casas de madeira foi proibida em 1521 e hoje só existem 2 hoje na cidade. A outra está localizada em Zeedijk.
  • O que passa despercebidos por muitos mas que você não deve deixar de perceber quando entrar lá é que esse local foi construído quase um metro abaixo do nível do restante de toda Amsterdam. Esse era o nível de Amsterdam na idade média.
  • Apenas caminhando pelas ruas você nunca vai descobrir onde realmente fica. Isso porque pra entrar você precisa chegar lá e abrir uma porta – que é exatamente como a porta de um edifício qualquer – e atravessar um pequeno corredor que te levara direto ao Jardim secreto de Begijnhof.
  • Uma informação importante: As casas ainda são habitadas (apenas por mulheres) e existe um limite até onde a visita de turistas é permitida. Dessa maneira, por favor respeite os sinais demarcados e manere na fala para não incomodar as moradoras!
  • Ahhhh e a visita é de graça ok?

Saindo do Jardim tentamos achar o Shopping Kalvertoren, para tomar um café no Café Blue, outra dica do Ducs Amsterdam, mas não estávamos com fome e preferimos deixar para ir depois, o que acabou não acontecendo…😦 #OutraQueVaiFicarPraPróxima

O cansaço começava a bater e o tempo a querer mudar… Fomos para o hotel, tomar uma ducha, largar as malas de mão e então decidir como aproveitar nossas últimas horas em Amsterdam.

Cris não conhecia o Madame Tassauds então decidimos que iríamos sair em direção ao centro, comprar as bugigangas que faltava e ir para o Madame. Eu já tinha ido nesse de Amsterdam em 2012, mas como as estátuas giram entre as 13 filias sabia que as que eu tinha visto provavelmente não seriam as mesmas dessa vez. Foi o que fizemos. Compramos todos os cacarecos que faltavam, paramos um pouco na praça Dam para admirar aquele sol que estava se escondendo entre as nuvens, o povo cruzando as ruas nas suas bicicletas, alguns caminhando, outros sendo atropelados… hahaha

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Curtimos nossos últimos momentos com sol na terra do pecado tomando um sorvete e então seguimos para o Museu. Na porta perguntei o valor do ingresso: EUR 22,00!!! Falei que estava muito caro e que eu estaria indo em alguma loja do “Tours and Tickets” para comprar por EUR 19,00. Existem varias lojas “Tours and Tickets” nas ruas de Amsterdam. Eles vendem passeios de barco pelos canais, aqueles ônibus vermelhos abertos e também ingressos. Enfim… O senhor então perguntou se já conhecíamos e eu respondi que já conhecia esse e outros 4 da rede. Ele disse que então faria um desconto especial e ainda mais baixo que o da loja: EUR 15,00. Topamos! Rs

O museu é um barato, ainda mais pra quem não conhece nenhuma outra filial. As estatuas são muito reais e as vezes você acaba confundindo o povo que está no museu com os bonecos. Bizarro! Dentre as celebridades estavam Michael Jackson, Angelina Jolie e Brad Pitt, Johnny Depp, Julia Roberts, George Clooney, Barack Obama, Dalai Lama, Nelson Mandela e algumas figuras relacionadas de alguma forma com a cidade, como uma estatua de Van Gogh e outra de Anne Frank. Todos muito reais e impressionantes. Rendem boas e engraçadas selfies. Mas confesso que achei o museu super pequeno e em questão de 40 minutos tínhamos andado ele inteiro e já estávamos na rua com aquela cara: “Mas já acabou?”. Entendi o porque do desconto… Rs Para ampliar é só clicar na foto!😉

Agora que tínhamos mais tempo do que imaginávamos, rodamos mais um pouco pelas ruelas e pelos gifts shops e então fui ter uma das experiências mais procuradas em Amsterdam: Fumar maconha. Para todas as pessoas que falei que estava indo pra lá, incluindo minha mãe, me fizeram a seguinte pergunta: “Vai fumar umzinho lá?!”. Eu sou da ideia de que já que quer ter uma experiência como essa, que seja em Amsterdam né minha gente? Bem, seguimos mais uma vez ao Bulldog e lá experimentei. – Essa parte vai ficar pro post dedicado ao Bulldog e a Red Light.

Depois disso tudo retornamos ao hotel e fomos jantar, naquela “praça gastronômica”, a partir da dica no nosso amigo da recepção!!!! Comida boa, lugar aconchegante , cerveja gelada e nada caro. Junção perfeita para um final de viagem né?!

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Bem… Visitar Amsterdam é se apaixonar a cada esquina, seja por um canal de tirar o fôlego ou por um prédio encantador, é voltar no tempo, é refletir como era a vida, é tropeçar em arte, é respirar cultura e comer todas aquelas delicias e doces maravilhosos!!!! Seja com chuva ou com sol, nosso tempo em Amsterdam foi suficiente para ter a certeza de que eu quero voltar e dessa vez nada de conexão. Volto e pra ficar. Alguns dias é claro… Rs

Espero que tenham gostado. Desculpem o atraso, e até semana que vem.

Beijos,

Doug Pelo Mundo.

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